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Atividade 5 - Números e operações
 
Atividade: campo multiplicativo
 
  • Distribuir aos alunos fichas que contenha os numerais : 2,3,4 e 5.
  • Pedir que se agrupem de acordo com o número da ficha recebida.
  • Questionar quantos grupos foram formados e se todos os grupos têm o mesmo número de participantes. Por quê?*
  • Pedir que cada grupo desenhe seus componentes, respeitando as cores de suas roupas.
  • Pedir as combinações possíveis, sem repetição, das roupas.
  • Questionar se todos os grupos tiveram o mesmo número de combinações. Por quê?*
  • Analisar o resultado com cada grupo e analisar o resultado geral.
  • Levantar questionamentos do tipo: Como podemos ter o mesmo número de componentes em cada grupo? Somente assim?**
 
* tenho 30 alunos, portanto teremos um grupo com somente 2 alunos e duas fichas sobrarão.
 
**analisar as diferentes possibilidades surgidas.
 
 Postado por Elaine e Silvana

 

 

 

Atividade NO3 

Sugestão de atividade para trabalhar operações:

no3 atividade.doc

Simone ribeiro

 

 

 

Questões para o grupo: "Como vocês trabalham as quatro operações com seus alunos? Quais são as maiores  dificuldades apresentadas por eles? Como vocês as "contornam"?

 

 

O grande problema sempre é ou a subtração ou a divisão.

Nós sempre contornamos os problemas de subtração de forma muito concreta e muita representação. Só partimos para a operação  multiplicação  quando há domínio da adição (devido a associação entre ambas). A divisão é um caso totalmete a parte ( não a divisão através do concreto, mas a representação).  Cada aluno vai dominá-la à sua maneira

 

 Quando tínhamos turmas de 2ª série ( este ano estou com uma 4ª série e Silvana com um 2º ano, mas isso não quer dizer que não seja preciso  usar) começamos a construção do lógico matemático  com nossos alunos sempre de forma bem concreta. Utilizamos muita tampinha de garrafa, pauzinho de picolé coloridos, quadro de pregas, blocos lógicos e assim construímos  a noção de ordens do numeral. Sempre iniciamos a construção a partir da noção de unidade e após, quando a noção já estava bem consolidada, partimos para a  dezena ( construindo e reconstruindo o processo) e centena. Uma de cada vez. Sempre mostrando no quadro lógico( quando chegava a vez da representação) que  cada um dos lugares, ou seja, as ordens só aceitava um número de cada vez.

Nos exercícios práticos muita composição e decomposição de numerais, a escrita, sucessor e antecessor, ordem crescente e decrescente.

Quando chegava a vez dos cálculos representamos cada uma das ordens com um desenho diferente.

 

Exemplos:

Unidade = um pauzinho

Dezena = uma bolinha (explico, desenhando, que dentro da bolinha estão contidos os dez pauzinhos)

Centena = um quadradinho (explico que dentro do quadradinho estão contidas as dez bolinhas, que cada uma, por sua vez, tem  dentro os dez pauzinhos)

Na adição os problemas não são notados. Eles realmente surgem, na subtração.

 

 Assim:  670  - 59, representando o 6 com seis quadradinhos e o 7 com 7 bolinhas, cada um deles dentro do quadro valor lugar. Abaixo escrevemos  ou colocamos o numeral que deverá ser subtraido, cada número na sua respectiva ordem. O problema já surge no início: como tirar 9 de nada? Deixamos-os levantaram todas as possibilidades possíveis, menos a troca de lugar dos números envolvidos na questão (explicamos e demonstramos o  porque que não pode através d a leitura do numeral ). Se não chegarem a conclusão  sempre perguntamos assim: É de noite, o mercado já fechou, faltou leite para o maninho (ou açúcar ...), o que a mamãe faz? A resposta é sempre a mesma: PEDE EMPRESTADO.

Então  começamos toda a história novamente: Vou emprestar as 7 bolinhas? Quantas o número quer? O que são as bolinhas? Posso colocar bolinha na unidade? Lembram o que tem dentro da bolinha? E assim vamos representando e construindo o processo de subtração.

 

 OBS:

 

Sempre temos muito cuidado em explicar que o ZERO está ali por convenção, para explicar que aquela ordem está  com um número maior do que ela comporta e portanto foram agrupados e, portanto estão na ordem imediatamente superior. (Ex. tinha dez balas, todas juntas formaram uma dezena, mesmo que eu tenha contado uma por uma, não posso colocar o numeral 10 na unidade).

 

Postado por Elaine e Silvana

 

 
Zero, o que é??      (melodia do Coelhinho da Páscoa,que trazes prá mim...)
Quem sabe o que é zero responde pra mim     Tem nada é vazio e redondo assim
bolinha bonita um número é       Quer me dizer que não tem nada por lá            
Nenhuma banana é zero bananas       nenhum brinquedo é zero brinquedos
Nada e zero são quase iguais
Fazendo um círculo com seus dedinhos   Me mostre o zero juntando as mãos
Me mostre um zero juntando as mãos    
Zero é zero,tem nada é vazio    Bolinha bonita um número é
 
Quem quer zero brincadeiras ,ah eu não
E nenê com zero mamadeiras Xi! Chorão
E macaco com zero bananas? Ai,ai,ai,gritaria na floresta
Quem quer zero chocolates?
Ih,você acha que eu não gosto de doce?
Zero quer dizer que nada tem de nada,entendeu?
Quem sabe me dizer o que é zero responde pra mim?
Eu sei,eu sei! Tem nada é vazio e redondo assim!!!
 
 
·        
Sempre começava o ano com as quatro operações ao mesmo tempo.Fui percebendo a grande dificuldade dos alunos em relação há alguns processos “básicos” necessários em sua compreensão para realização de outros cálculos.Então, faz dois anos que parto do que os alunos sabem, ou que tem como pré-requisito.Então antes de iniciar a multiplicação e/ou divisão, retomo a adição por um bom tempo e a subtração.Percebendo que a maioria consegue efetuar variados tipos dessas operações, passo as outras duas.
 
  • Quais são as maiores dificuldades apresentadas por eles?A primeira dificuldade que percebo é no momento de armar a conta.O valor relativo do algarismo não está assimilado então cinco unidades podem passar a ser colocada na “casinha” das centenas.Aliás, a concepção das ordens raramente está clara para os alunos que recebo na turma, por vezes nem o sistema de numeração.Gera outra dificuldade, a noção de por onde iniciar a operação, por qual ordem.
Perceber que do zero não se pode tirar nada, porque ele não tem, é a representação do próprio nada faz com que eles invertam a conta, diminuindo de baixo para cima, por exemplo.
Noto com isso, que os alunos não tem noções básicas assimiladas, algumas consideradas pré-requisitos na 3ª e 4ª séries para poder seguir o que me indica o currículo dessas séries.
Outra dificuldade se apresenta na hora de “pedir emprestado” nas subtrações, ás vezes eles fazem como no zero, subtraem de baixo para cima.Outras vezes eles somam.Agora estudando os processos de aprendizagem, as formas de ajudar o raciocínio matemático e todo esse material sobre campo aditivo, vejo como é desperdício ficar colocando os conteúdos para cumpri o currículo, se não aprendem o essencial, fazer contas de cabeça, usar o raciocínio dedutivo, encontrar hipóteses e possíveis soluções.
 
  • Como vocês as "contornam"?
Procuro utilizar material concreto como palitos, tampinhas, mas não tinha usado como apresentado no vídeo.Gosto de usar o dominó de contas, de um lado as operações e no outro dominó se procura a ponta com a resposta para poder encaixar.O bingo também, uso “cantando” a operação e o número da cartela deve ser a resposta.
Além disso, retomo toda noção de cada ordem.Procurava usar o caderno para esse conteúdo e quando comecei com material concreto, houve uma resistência porque a maioria trabalha com reciclagem, aproveitando financeiramente quase todo tipo de sucata.
Também utilizo um livro didático.Não era muito adepta de livros que recebíamos, afinal nunca era nenhum dos que havíamos escolhido previamente.Mas esse ano consegui compreender esse de matemática que tenho utilizado bastante, pois acredito que os exercícios são bastante adequados e de acordo com a forma que tento ensinar as ordens e trabalhar o sistema decimal.Esse livro simula o uso do material dourado (que infelizmente só temos um exemplar na escola). A partir daí, começo a armar as contas dentro das “casinhas” ( QVL ).
Para trabalhar o entendimento de que o zero representa o nada, utilizo tudo que estiver a disposição. Esvazio estojo, mostro folha em branco, peço que façam o mesmo, tiro todos da sala ou pergunto se estão todos na sala quantos na fila e depois representamos essas situações com o zero.Também utilizo uma música que encontrei num cd de tabuadas, cantando eles vão gravando a informação.
Além disso, para resolver a s operações digo que contem onde der, na cabeça, nos dedos, nos palitinhos.Que podem juntar, tirar, agrupar, enfim, que tentem resolver.
 
 
 
 

 

Como vocês trabalham as quatro operações com seus alunos?

 PÁGINAS DO LIVRO DIDÁTICO PARA TRABALHAR SISTEMA DE NUMERAÇÃO E CÁLCULOS.doc     

 

 ATIVIDADE NO3 - SIMONE RIBEIRO

 

 

à parte:

mais louco é quem me diz,que não é feliz

Simone Ribeiro

 

 

 Quando estamos frente a determinada turma de alunos, o nosso grande problema é a maneira como vamos dar conta dos conteúdos previstos para a série. Estamos errados? Acho que sim, mas  somos obrigados pelo sistema a  agir  assim.

Passado o período de sondagem já partimos para o ataque. Bombardeamos nosso alunos com os conteúdos. Esquecemos que o lógico matemático já faz parte de suas essências, já estão lá. O aluno já sabe chegar a determinadas respostas, mesmo que eles não saibam explicar como. Nós, professores, já esquecemos a lógica de como uma criança pensa e queremos fazer que ela decore novos (?) e abstratos  conceitos matemáticos. Isso ela já sabia antes de chegar a escola, não de modo aprimorado e sim de maneira mais rudimentar, mas sabia pois interagia com o mundo de maneira mais livre, manipulativa  e experimental. ( Lemos  nas atividades da Interdisciplina de Estudos Sociais: " A MEMÓRIA BROTA DA MESMA PARTE DA ALMA DA QUAL BROTA A IMAGINAÇÃO. ASSIM PENSAVAM OS GREGOS ANTIGOS, QUE TINHAM A DEUSA MNEMOSYNE.)  

Achamos  que a  Escola atual já está mudando e se dando conta da importância da bagagem que o aluno traz, do seu conhecimento. Está se preparando para interagir de maneira mais lúdica com o aluno. A escola não está mais bebendo das águas do Rio Lethe.

Postado por Elaine e Silvana

 

 

 

Comecei a me encontrar!

Postado por Elaine 

 

 

Seriação:

Voltando a pensar no assunto seriação, me dei conta que esta atividade é feita de maneira quase que automática numa turma de alunos maiores.

Ex: Fila => um dia do maior para o menor, no outro do menor para o maior; outra vez um menino e uma menina em sequência.

Exercírcios envolvendo o sistema de numeração, como por exemplo, ordem crescente e decrescente também podem ser vistos como uma forma de seriação.

Postado por Elaine

 

 

ATIVIDADE 5

Na atividade de tirar objetos e descrevê-los, usaria uma caixa forrada, com um, buraco no meio.Nesse buraco colocaria um pano, estilo caixa de mágico, para dar um ar de mistério e assim torná-lo mais lúdico e, portanto mais atrativo.Também procuraria utilizar objetos comuns ao uso cotidiano dos alunos, uma alternativa seria pedir que os alunos fizessem o inverso, retirando o que a professora e/ou os colegas caracterizarem, diversificando os critérios.Pedir um objeto com quatro lados, outro arredondado...

   Assim faríamos a mesma atividade repetidas vezes, mas de formas diferenciadas, ao mesmo tempo trabalhando classificação e seriação¹.

Por exemplo, pedir que os alunos um a um, vão retirando objetos, pelo menor tamanho.Os seguintes vão seguindo esse critério até chegar ao maior objeto.

Fazer o mesmo no sentido inverso, do maior ao menor.Pedir sugestões de critérios de classificação aos alunos, aceitando e utilizando-as, assim, desenvolvendo capacidades de comunicação, defesa de idéias, estimulando diferentes formas de raciocínio².

Em outro momento proporia problematizações com esses objetos:

  • Tantos objetos trazidos pela turma, se 12 não trouxessem, quantos teríamos então?

E a partir daí, pedir que os alunos também sugiram outros tipos de situação problema e eles mesmos resolvam.Pode-se perguntar envolvendo classificação por tamanhos, formas, textura, funcionalidade, enfim, vários critérios³.E já no jogo dos nós, deixaria no papel mesmo, porque não temos na escola disponibilidade de usar computadores.Fazê-los em papel duro plastificado, de três em 3 nós, para os alunos trocarem entre si e marcarem as escolhas em uma folha, e conferir depois com as respostas corretas expostas em mural na sala, poderia ser uma solução.

 

Material de apoio:Texto Aprendizagem e experiência

Daniela Stevanin Hoffmann

1"... o pensamento matemático desenvolve-se a partir de ações suscetíveis a repetições e, depois, a generalizações. À medida que esse processo se desenrola, surgem esquemas de assimilação que se auto-organizam de acordo com as leis que os estruturam."

2."... o pensamento matemático desenvolve-se a partir de ações suscetíveis a repetições e, depois, a generalizações. À medida que esse processo se desenrola, surgem esquemas de assimilação que se auto-organizam de acordo com as leis que os estruturam."

3."...dois tipos de experiência: uma é a experiência física, que consiste em modificar características físicas como posição, forma, cor, tamanho, etc.; a outra consiste em modificar o objeto atribuindo-lhe novas propriedades ou relações desde que se conservem as suas propriedades ou relações anteriores, ao mesmo tempo que as completem com sistemas de classificações, ordenações, estabelecimentos de correspondência, enumerações ou medidas, etc. A essa segunda forma de transformar o objeto com o propósito de conhecê-lo, Piaget (1973) chama de experiências lógico-matemáticas."

 

SIMONE RIBEIRO - 04/04/2008

 
 
 
 
ATIVIDADE 1
A brincadeira de tirar objetos em sala de aula, já a tinha feito algumas vezes.Os alunos adoram e ficam tentando advinhar o que é antes mesmo de descrever suas características.
Sinceramente, quanto ao jogo do coisin, não entendi “coisinha” nenhuma...Só fui entender depois que fiz o “Kaduko”e por isso fiquei pensando em formas de adaptá-los aos alunos lá da minha turma,que tem uma grande “dificuldade” em pensamento dedutivo e raciocínio lógico.
O jogo de par ou ímpar foi muito fácil talvez por envolver conhecimentos que já possuía sobre esse assunto.Não sei se poderia utilizar em sala de aula, na íntegra, pois conceitos como números primos não trabalhamos na série que atuo na escola.
Já o jogo dos nós vou tentar fazê-lo com pedaços de corda,mas penso que se torna mais "útil" ao propósito se apresentado no papel mesmo, achei muito interessante e que pode ajudar a desenvolver o raciocínio lógico.
Não pude participar da primeira aula presencial, talvez tenham realizado os jogos de baralho, que são feitos em grupo.Estou imprimindo para jogar com minha irmã, que está fazendo o curso extensivo ao ensino médio, de magistério.
Lendo o comentário da colega Elaine,fiquei com um pouquiinho de ciúmes,visto que na escola que leciono o lúdico não é visto com bons olhos por quase ninguém.Me sinto as vezes um peixe fora d'água e parece que sempre estou querendo me exibir quando faço algo diferenciado.Quando os alunos chegam prá mim,sinto falta de um trabalho prévio na mesma concepção do que aprendemos e tento fazer com meus alunos.tem sido bastante frustrante.
Concordo quando Elaine diz que as atividades se adaptarão dependendo da turma em determinado momento.No meu caso é mais que necessário o uso do material concreto,da relação com a realidade e os conceitos.Já tentei várias formas vamos ver se essas que estamos aprendendo agora serão comprovadas praticamente.Espero sinceramente que sim,pois os alunos tendem a temer a matemática e eu por minha vez,não consigo alcançar os objetivos que me proponho com a grande maiora,o que decepciona.mas tenho esperança que ocorra uma  mudança significativa.
Simone Ribeiro
 
 
 

 

Jogo:"Adivinhando a idade de uma pessoa''
Gosto muito dessa atividade e estou usando-a com meus alunos de 4ª série. Até agora eles ainda não descobriram o “truque”.
Podemos adivinhar a idade de uma pessoa pedindo-lhe que realize os seguintes cálculos:
Pedir que um aluno escreva um número de dois algarismos.
Multiplicar o número escrito por dois.
Somar cinco unidades ao produto obtido.
Multiplicar esta soma por cinqüenta
Somar ao produto o número 1758. ( a cada ano que passa aumente uma unidade ao número)
Subtrair o ano do nascimento. ( da pessoa que escreveu o número)
O resultado que se obtém é um número de quatro algarismos abcd. Os dois algarismos da direita, que correspondem às dezenas e às unidades, indicam a idade da pessoa e, os dois algarismos da esquerda, que correspondem às centenas e aos milhares, indicam o número que a pessoa havia pensado.

 

  Para uma turma de 5º ano os jogos  a serem trabalhados devem envolver uma dificuldade maior, pois devido a etapa do desenvolvimento em que se encontram os desafios devem ser maiores.  Muitos não aceitam, devido a própria entrada na adolescência, jogos e brincadeiras mais infantis. Mas eu consigo a colaboração deles para criarem e testarem jogos que serão utilizados por alunos de anos iniciais, mas na verdade eles estão se envolvendo num processo de construção da seriação. Nesses momentos eles se dedicam aos jogos criados e esquecem que são  "quase adolescentes".

 

Postado por Elaine

 

 

 

 

 

Comments (2)

Anonymous said

at 4:44 pm on Apr 9, 2008

ATIVIDADES CS1 e CS5. Garotas! A discussão ainda está começando, né?! Sugiro que todas participem comentando o texto e relacionando-o com aluma atividade. Vocês, por terem formado o grupo depois do início das aulas, terão uma atividade só que envolve a CS1 e a CS5. É hora de "encher" esse wiki de idéias, comentários, críticas e muito mais. Beijocas e boa semana.

Anonymous said

at 9:29 am on Apr 28, 2008

ATIVIDADE NO3. Olá, garotas!
Parabéns pelas sugestões apresentadas e pelas maneiras que cada uma contorna as dificuldades dos alunos... Acredito que dependendo das dúvidas eles mesmos podem se ajudar... Para trabalhar com situações onde els precisam encontrar dados e chegar a respostas, é preciso valorizar maneira de pensar (e de resolver) de cada um! A gente não aprende quando vai explicar pra eles? Então... eles também podem aprender explicando o que fizeram, por que fizeram aquela conta, como chegaram naquele resultado... Deixar que eles expliquem seus erros, que digam porque subtraíram de baixo para cima. Questionar não o algoritmo, mas a resposta: ela é adequada? Tenta com o material concreto e confirma... Por que deu diferente? Essa discussão pode ir muito mais longe... Sempre teremos novas idéias e novos desafios... Continuem discutindo e trocando, pois esse é o melhor jeito de aprender! Beijocas

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